Gestão danosa nos <i>CTT</i>
A administração dos CTT presidida por Horta e Costa foi constituída arguida no âmbito de uma investigação da Polícia Judiciária, depois de terem sido constatados indícios de gestão danosa, infidelidade e corrupção passiva.
Há quatro anos que o sindicato alertou para irregularidades
Num comunicado de 17 de Dezembro, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações lembrou que esta situação já tinha sido denunciada por aquela estrutura sindical há quase quatro anos, mas que «de início, foi esquecida pela administração Nazaré, Estanislau, Pedro e companhia».
Congratulando-se por ter sido a sua insistência que levou a Inspecção-Geral da Obras Públicas a proceder ao inquérito e às respectivas averiguações, o SNTCT/CGTP-IN revelou ter tomado conhecimento do caso, através da imprensa, com um misto de satisfação e espanto.
Satisfação por constatarem agora que os factos que o sindicato denunciou tinham fundamento, embora com prolongado atraso no seu reconhecimento, e espanto, «porque sabendo-se que milhares de trabalhadores estão a ser roubados pela actual administração nos seus salários e direitos, não há investigação e raramente aparece uma notícia nos jornais» sobre estas situações», considerou o SNTCT.
«Horta e Costa e a sua administração lesaram presumivelmente os CTT em muitas centenas de milhares de euros», acusou o sindicato, manifestando a certeza de que a justiça se encarregará de os responsabilizar criminalmente.
O sindicato espera, «igualmente, que Mata Costa e a sua administração sejam responsabilizados pelos prejuízos financeiros, familiares e morais, causados a milhares de trabalhadores».
Greve nos Call-centers
A alteração do contrato com a TMN tem sido o argumento da administração da Select Vedior para não proceder a aumentos salariais desde 2007, aos trabalhadores com contratos precários que operam para a TMN em call-centers, escritórios e lojas. Ao tomarem conhecimento, em plenário, dos lucros obtidos pela empresa, desde 2006, os trabalhadores convocaram a luta e cumpriram quatro dias de greve, nos dias 24, 25, 30 de Dezembro e 1 de Janeiro.
Num comunicado de 17 de Dezembro, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações apelou à adesão a esta luta, começando por recordar que a empresa facturou, só em 2006, 245 milhões de euros.
O SNTCT/CGTP-IN recordou, com ironia, a mudança da sede da empresa para a Avenida da República, em Lisboa, lembrando que se trata de um espaço no centro da cidade onde o metro quadrado é mais caro, o que veio comprovar que a empresa não tem dificuldades financeiras.
Em Abril, o sindicato enviou à administração a sua proposta de aumentos salariais, tendo os trabalhadores já cumprido anteriormente uma greve de um dia, a 19 de Novembro, com manifestação, apesar da «pressão crescente sobre os que aderem aos plenários e às greves».
Congratulando-se por ter sido a sua insistência que levou a Inspecção-Geral da Obras Públicas a proceder ao inquérito e às respectivas averiguações, o SNTCT/CGTP-IN revelou ter tomado conhecimento do caso, através da imprensa, com um misto de satisfação e espanto.
Satisfação por constatarem agora que os factos que o sindicato denunciou tinham fundamento, embora com prolongado atraso no seu reconhecimento, e espanto, «porque sabendo-se que milhares de trabalhadores estão a ser roubados pela actual administração nos seus salários e direitos, não há investigação e raramente aparece uma notícia nos jornais» sobre estas situações», considerou o SNTCT.
«Horta e Costa e a sua administração lesaram presumivelmente os CTT em muitas centenas de milhares de euros», acusou o sindicato, manifestando a certeza de que a justiça se encarregará de os responsabilizar criminalmente.
O sindicato espera, «igualmente, que Mata Costa e a sua administração sejam responsabilizados pelos prejuízos financeiros, familiares e morais, causados a milhares de trabalhadores».
Greve nos Call-centers
A alteração do contrato com a TMN tem sido o argumento da administração da Select Vedior para não proceder a aumentos salariais desde 2007, aos trabalhadores com contratos precários que operam para a TMN em call-centers, escritórios e lojas. Ao tomarem conhecimento, em plenário, dos lucros obtidos pela empresa, desde 2006, os trabalhadores convocaram a luta e cumpriram quatro dias de greve, nos dias 24, 25, 30 de Dezembro e 1 de Janeiro.
Num comunicado de 17 de Dezembro, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações apelou à adesão a esta luta, começando por recordar que a empresa facturou, só em 2006, 245 milhões de euros.
O SNTCT/CGTP-IN recordou, com ironia, a mudança da sede da empresa para a Avenida da República, em Lisboa, lembrando que se trata de um espaço no centro da cidade onde o metro quadrado é mais caro, o que veio comprovar que a empresa não tem dificuldades financeiras.
Em Abril, o sindicato enviou à administração a sua proposta de aumentos salariais, tendo os trabalhadores já cumprido anteriormente uma greve de um dia, a 19 de Novembro, com manifestação, apesar da «pressão crescente sobre os que aderem aos plenários e às greves».